Carla Félix

“As voltas que a vida dá”, homenagem de um internauta ao Repórter Coragem

Praca-Castro-Alves

J. Valverde.

Amigos da Princesa do Extremo Sul, contrariados e até estarrecidos, me relataram que o deputado Timotéo e o prefeito de Teixeira cumprimentaram-se (com as mãos) simbolizando aparentemente a união em prol de candidato a governador.

Saí a campo para conferir  e entre aqueles que noticiaram o fato o Repórter Coragem (RC) foi o único capaz de uma análise aceitável, seja pela historia dos dois políticos, seja pelo contexto do cumprimento entendido como significativo por quem teve o oportunismo de propô-lo, claro, por interesse pessoal e voltado – o que é lamentável – para ação eleitoreira.

É verdadeira, cristalina e pura, expressa na sabedoria popular, a assertiva que afirma “água e óleo não se misturam” e o povo teixeirense, certamente, já entendeu o quanto o seu parlamentar e ex-prefeito procuraram ser minimamente e politicamente educados e não poderia ser diferente. E se houvesse de qualquer parte a recusa, com certeza não faltariam aqueles que transformariam esse pingo d’água em volumosa tempestade fora de época, taxando no mínimo de mal educado, grosso e ultrapassado.

Entre os dois políticos há um oceano a separá-los, nas experiências e nos sonhos de cada qual; um já provado e o outro a querer construir sua historia, portanto realidades tão distintas quanto “água e óleo” que a comunidade teixeirense conhece e referencia, na perspectiva de cada cidadão/eleitor.

A Bahia tem apresentado a historia nacional expressivos vultos e aqui não cabe nominá-los, mas cabe, sim, neste instante,suas lições de tolerância e compreensão quando se põe em jogo o interesse maior, o bem público, a ser entregue a um novo condutor como resultante de um processo eleitoral que se avizinha, em outubro próximo.

Na aparência gestual e simbólica do “aperto de mãos”, o Repórter Coragem interpretou o momento e as contradições, jamais julgando que se observava um fato mas muito mais uma teatral e imatura iniciativa, por certo eivada do interesse já comentado.

“As voltas que a vida dá” aqui não se aplicam, valem muito mais como apelativo retórico, desejo de um título que, ao final do texto, pela lógica e racionalidade seja refeito – em face da verdade e da vida dos personagens envolvidos -,ou seja,  para “As voltas que a vida não deu!”.

Parabéns, caro RC, pela qualitativa análise sem distorções ou vieses no interesse de A, B ou C, e que serve aos seus inúmeros leitores, capazes de separar joio de trigo, além de enriquecer a muitos como real aula de maturidade e educação política.

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