Entretenimento

Beija-Flor é a campeã do carnaval 2018 do Rio


Com críticas ao “Brasil monstruoso”, escola falou de corrupção e intolerância


14/02/2018 - às 17:02h
Por Bell Kojima

Apuração do Grupo Especial do Rio quesito a quesito

A Beija-Flor fez um paralelo entre o romance “Frankenstein” e as mazelas sociais brasileiras.

Prédio da Petrobras se transforma em favela no desfile da Beija-Flor

   Corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva formaram o cenário de “Brasil monstruoso”.

Samba da Beija-flor faz crítica à grande desigualdade social no Brasil

Comandado por Neguinho da Beija-Flor, o samba-enredo “Monstro é aquele que não sabe amar (Os filhos abandonados da pátria que os pariu)” foi cantado em coro pelo público da Sapucaí, que ao final do desfile ocupou a avenida, seguindo a escola.

Pabllo Vittar foi destaque de carro da Beija-Flor que tratava de intolerância de gênero

As cantoras Pabllo Vittar e Jojo Todynho foram destaque do carro “O abandono”, representando a luta contra a intolerância de gênero e a intolerância racial, respectivamente.

Trajetória da Beija-Flor desde 2010

A Beija-Flor tem agora 14 títulos no Grupo Especial do Rio – só fica atrás da Portela e da Mangueira no total de vitórias.


Edição Bell Kojima


 

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