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Fedor e Vandalismo: Índios Maxakali destroem Praça da Bíblia

25/06/2016 - às 16:06h
Por Bell Kojima

Fedor e Vandalismo Índios Maxakali destroem Praça da Bíblia (1)

O que era um cartão postal da cidade de Teixeira de Freitas se tornou um lugar de vandalismo, destruição e muito fedor. A Praça da Bíblia, no coração da cidade, foi novamente tomada por um grupo de índios Maxakali.

Maxakali é a denominação de um grupo indígena que habita três porções de terras descontínuas nos municípios de Santa Helena de Minas, Bertópolis, Ladainha e Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, no nordeste do estado de Minas Gerais.

Fedor e Vandalismo Índios Maxakali destroem Praça da Bíblia (4)

A aparente tranquilidade de um grupo de crianças indígenas que brincam na Praça da Bíblia, faz parte de um grave problema social.

De acordo com os taxistas que trabalham no local, os índios têm problemas como o alcoolismo, e quando estão exaltados acabam causando prejuízos.

Como a população indígena possui legislação própria, e suas questões são tratadas pela FUNAI (Fundação Nacional do Índio), pouco pode ser feito pelo município de Teixeira de Freitas.

Fedor e Vandalismo Índios Maxakali destroem Praça da Bíblia (2)

A praça está bastante deteriorada, com o acúmulo de lixo, muita sujeira, e o fedor de fezes e urina impregnou toda a praça. Nem o monumento da Bíblia Sagrada foi poupado pelos índios. O que se vê na praça, causa tristeza e indignação ao mesmo tempo.

Cabe ao município apenas intervir quando solicitado pelas próprias lideranças indígenas ou organismos responsáveis e também procurar o diálogo para manutenção da ordem urbana.

E foi essa a atitude da prefeitura municipal, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, que, ainda no fechamento de nossa matéria, providenciou a remoção dos índios da praça.

Um ônibus foi até o local, recolheu os índios e seus pertences (incluindo cachorro, pintinhos, frangos, pombos e outros mais), e os conduziu para a aldeia no município de Machacalis, no estado de Minas Gerais.

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Histórico

 

Segundo levantamento mais recente divulgado pelo DSEI/MG-ES (Distrito Sanitário Especial Indígena), entre os anos de 2000 e 2007, o alcoolismo foi a terceira principal causa de morte entre os índios Maxakali.

Além disso, informações da FUNAI estimam que cerca de 80% dos Maxakali concentrados nas cidades de Santa Helena de Minas e Águas Formosas sejam dependentes de álcool.

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