Polícia

Ismael de Jesus é condenado à 22 anos e seis meses de reclusão pela morte de Cassiane Lima

5/12/2017 - às 08:12h
Por Repórter Coragem

Depois de mais de 16 horas de julgamento, Ismael de Jesus Moraes foi condenado à 22 anos e seis meses de reclusão, pela morte e ocultação do cadáver de Cassiane Lima dos Santos, crime ocorrido em 27 de novembro de 2014, no entanto, seu corpo só foi encontrado em 02 de dezembro de 2014, à leitura da sentença começou às 00h34, quando o presidente do tribunal do júri Argenildo Fernandes dos Santos proferiu a sentença contra o réu.

Ismael de Jesus foi condenado por homicídio triplamente qualificado, nas qualificadoras de motivo torpe, meio cruel, sem oferecer chance de defesa a vítima, por este crime ele foi condenado à 21 anos e seis meses de reclusão, recebeu o benefício da confissão, tendo a pena reduzida em um ano, já pelo crime de ocultação de cadáver, pegou uma de um ano e seis meses de reclusão, novamente o benefício da confissão fez com a pena foi reduzida em seis meses, totalizando a pena geral em 22 anos e seis meses de reclusão.

A princípio Ismael de Jesus Moraes cumprirá a pena em regime fechado, já está preso a 3 anos, caso tenha bom comportamento e trabalhe no tempo que estiver preso, para cada três dias trabalhado pode reduzir a pena em um dia.

A defesa de Ismael de Jesus contou com o defensor público de Teixeira de Freitas Emerson Halsey, que contou com apoio de Hamilton Gomes defensor público de Itabuna.

Já acusação foi conduzida pelo promotor de justiça Gilberto Ribeiro Campos, e a assistência de acusação ficou a cargo do advogado da família Leandro Murça.

Logo após a leitura da sentença os defensores anunciaram que vão recorrer da sentença.

A defesa do réu usou a estratégia de homicídio privilegiado, tentando alegar que o réu não tinha intenção de matar, e agiu sob forte emoção, em razão de supostamente a vítima ter partido pra cima dele, tese que não foi aceita pelos jurados.

Já acusação além de usar a tese de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver, usou a vida pregressa do réu para convencer os jurados na condenação do réu.

Durante todo o dia o salão do júri do fórum de Teixeira de Freitas esteve completamente lotado, sendo inclusive no início do júri distribuído uma pulseira que dava acesso ao salão do júri.

Por Jotta Mendes/Repórter Coragem

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