Política

No interior ninguém faz questão de se vincular a Wagner

12/07/2012 - 13h07

A frase acima é de um experiente parlamentar da base do governador Jaques Wagner, que por questões óbvias não quis se identificar. Segundo ele, o governador vai ter de recompor a imagem do seu mandato para ter voz ativa na própria sucessão, em 2014.

“A questão não é Salvador, é a Bahia toda”, disse a fonte, que se manifestou espontaneamente, afirmando que “no interior ninguém está fazendo questão de se vincular a Wagner”, tornando-se imperativo “um resgate” de sua figura.

Entre os grandes fatores de desgaste do governador, estariam o despreparo em que o estado foi surpreendido ante a forte seca que ainda o atinge e as greves de policiais e de professores.

“Na Polícia Militar, a situação foi menos ruim, apesar dos prejuízos gerais, porque era um movimento restrito à corporação, mas a greve dos professores é um desastre, porque toda a sociedade sofre, o problema está em cada casa”, disse.

O deputado realça que “a tradição da Bahia é de eleição polarizada, em um turno só”, e lembra que a última com dois turnos foi em 1994 (Paulo Souto x João Durval), o que poderá se repetir no próximo pleito, porque “o grande eleitor que seria Jaques Wagner está fraco e o PT não tem candidato”.

Fonte flexanews


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