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Guaratinga: Por falta de pagamento, professores ameaçam não iniciar ano letivo

10/01/2018 - 09h52

Os professores da rede pública de Guaratinga ameaçam não iniciar o início do ano letivo caso não recebam os benefícios atrasados. De acordo com a APLB Sindicato, cerca de 300 professores ainda não receberam o 13º salário e as merendeiras, vigilantes, zeladores e secretários escolares não receberam o salário referente a dezembro  de 2017.

Na manhã desta terça-feira 9, a categoria se reuniu em assembleia na sede do sindicado, onde avaliou a questão sob uma ótica negativa.  Eles estão insatisfeitos com isso que vem ocorrendo na cidade. A categoria avalia que ao longo de várias gestões, os educadores do município não vêm sendo respeitados e isso atinge diretamente a integridade de todos os profissionais.  ‘Caso não haja pagamento, o ano letivo será comprometido com certeza’, disse Orlandy Pereira, coordenador da APLB,

A categoria não pretende participar da jornada pedagógica, caso os pagamentos não sejam efetuados e ainda vai orientar os pais de alunos a não realizarem as matrículas escolares até que a prefeitura atenda as reivindicações da categoria.

Conforme a APLB Sindicato, após a assembleia, a prefeitura emitiu um ofício alegando crise e sem previsão para concluir os pagamentos. Segundo Orlandy,  a paralização dos  profissionais da educação em Guaratinga atinge 100%  e eles não abrem mão dos pagamentos de todos os educadores.

Fonte: BahiaDiaDia


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