Destaque

Feirão Limpa Nome pela internet é prorrogado até 15 de dezembro

04/12/2018 - 11h09

O Feirão Serasa Limpa Nome, que permite aos devedores regularizar dívidas em atraso pela internet, para voltar a ter crédito na praça, foi prorrogado até o dia 15 de dezembro. Os descontos podem chegar até 95%. Segundo o Serasa Consumidor — braço da Serasa Experian que faz a conexão entre empresas e consumidores —, até agora o site foi acessado por sete milhões de pessoas.Esse movimento já teria dado origem a 1,9 milhão de negociações, 64% mais do que o total registrado em 2017.

Ao acessar o site, o consumidor é levado a preencher uma cadastro. Depois de finalizado, o usuário é direcionado para uma página na qual estão listadas as dívidas em seu nome que podem ser negociadas, assim como os respectivos credores.

A página também informa os canais de atendimento (telefones, e-mail ou chat) das empresas e, dependendo do caso, até oferece um boleto bancário para a impressão e a quitação do débito. O Serasa Consumidor garante que o ambiente virtual é seguro para quem quer fazer a transação, com proteção dos dados do consumidor.

Participam do feirão on-line empresas como Casas Bahia, Ponto Frio, Santander, Renner, Ipanema, Qualicorp, Porto Seguro, Itaú, Claro, NET, Embratel, TIM, Crefisa, CredSystem, Recovery e Vivo, que oferecem novos prazos de pagamentos e abatimentos para quem quer pagar as contas.

Custos da capitalização

Para novos trabalhadores, a ideia é criar um regime de capitalização em que cada um contribuirá para uma conta individual de aposentadoria. No regime atual, de repartição, os trabalhadores na ativa financiam a aposentadoria dos mais velhos. A capitalização será acompanhada de mudança no regime de contribuição previdenciária, baseado atualmente na folha de pagamento, considerada deteriorada por causa da informalidade e das novas modalidades no mercado de trabalho. A ideia é arrumar uma fonte de recursos segura para arcar com o custo do regime atual, que perderá receitas com a capitalização.

O diretor executivo da agência de classificação de risco Fitch Ratings, Rafael Guedes, disse que o país tem poucas condições de arcar com os custos de eventual adoção do regime de capitalização na Previdência. Segundo ele, o sistema é caro porque seca a fonte de financiamento do regime de repartição. Ao separar recursos captados hoje para aposentadorias do futuro, reduz-se as verbas que financiam os benefícios do presente. Em sua opinião, a transição só seria possível se a reforma do atual regime for mais agressiva:

– A capitalização tem custo alto. As contas fiscais do país não permitem esse gasto inicial.

Fonte: OGlobo

Deixe seu comentário