Fasb aumenta mensalidade sem investimento na estrutura dos cursos e provoca protesto dos acadêmicos
O aumento de cerca de 8,79% nas mensalidades da Fasb (Faculdade Sul da Bahia), causou certo constrangimento aos
acadêmicos da faculdade, que apesar de ver a mensalidade aumentar, não tem em contrapartida investimento na estrutura dos cursos que justifiquem o aumento, isso causou um certo transtorno nos acadêmicos que resolveram protestar.


Outra parte do protesto foi que vários alunos foram para faculdade utilizando nariz de palhaço e realizaram um protesto no pátio da faculdade, durante o protesto os alunos chamaram atenção da direção da faculdade, para que eles pudessem atender suas reivindicações, como isso fazia parte apenas do inicio do protesto, em seguida os acadêmicos foram orientados à voltarem para sala de aula para que na noite de quinta-feira 29, possam realizar um novo protesto.
Durante o protesto previsto para noite de quinta-feira, está previsto uma paralisação com cartazes, quando novamente os acadêmicos deverão utilizar nariz de palhaço, numa demonstração de como eles se sentem, pela forma como são tratados pela direção da faculdade.
Além de reivindicar para que o aumento não seja consolidado, os acadêmicos também reivindicam uma série de melhorias nas estruturas da faculdade, para que os alunos possam fazer um melhor aproveitamento dos cursos que eles fazem, entre as reivindicações estão o funcionamento do laboratório de informática, que não está funcionando por falta de um funcionário específico para o setor, além de está com computadores defasados, a aquisição de novos livros para o biblioteca da faculdade, que possui livros defasados e muito pouco para atender as necessidades dos alunos.
Outra reivindicação dos acadêmicos é com relação ao Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), que vem funcionando com computadores totalmente defasados e em condições precárias, o que dificulta o trabalho dos acadêmicos, que praticamente ficam sem suporte para realizar seus trabalhos.
Fasb Você vai levar essa mágoa pra sempre.
Por Jotta Mendes/reportercoragem