Polícia

Justiça nega pedido de anulação de júri que condenou Macarrão

16/01/2013 - 17h39

macarraoO Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou, nesta quarta-feira (16), pedido de anulação do júri que condenou o ex-secretário do goleiro Bruno Fernandes, conhecido como Macarrão, a 15 anos de prisão pela morte da ex-amante do jogador, Eliza Samudio.

O pedido havia sido feito pelos advogados do policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusado de ser o autor da morte de Eliza, e que só irá para o banco dos réus em março.

Bola seria julgado em novembro com Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e outros acusados. Os defensores dele, porém, abandonaram o julgamento por discordar do tempo concedido pela juíza para as considerações preliminares. Depois, pediram a anulação do júri porque não estavam presentes.

A defesa alegou que não teve autorização para continuar no júri após o desmembramento do julgamento de Bola, e que, com isso, ficou impedida de fazer perguntas para as testemunhas e para os réus.

O relator do processo, desembargador Doorgal Andrada, entendeu que os advogados não foram impedidos de participar porque abandonaram o plenário por livre e espontânea vontade. Os outros dois desembargadores acompanharam seu voto.

Também em novembro, Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada de Bruno, foi condenada a cinco anos de prisão em regime aberto.

Bola, Bruno e Dayanne Souza –ex-mulher do jogador– conseguiram adiar o julgamento para 4 de março.

A Folha tentou contato com a defesa de Bola, mas os advogados não retornaram às ligações.

Fonte: Folha de São Paulo


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