Polícia

Investigado por tráfico “Binho” se apresenta à polícia com advogado e acaba preso em flagrante

19/01/2013 - 00h28
Fabricio o Binho preso por tráfico de drogas (1)
Policiais civis que fazem parte do Serviço de Investigação da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), realizaram na manhã de sexta-feira 18 de janeiro, a apreensão de 58 pedras de crack, mais 20 papelotes de cocaína, que foram localizados na residência onde reside Fabrício Almeida Alves, o “Binho” de 22 anos, na rua Irlanda, no Ulisses Guimarães, ao perceber a presença da polícia em sua residência Binho teria evadido-se do local, para não ser preso.

Binho que já era investigado por tráfico há um bom tempo, teria deixado sua residência e deixado no local seus familiares, como a polícia encontrou a droga, mas não encontrou o acusado, a polícia optou por conduzir sua irmã à sede da DTE, onde a mesma seria ouvida e caso não aparecesse o dono da droga, poderia ser flagranteada por tráfico de drogas.
Fabricio o Binho preso por tráfico de drogas (2)Ao saber que sua irmã teria sido conduzida em seu lugar, Binho acabou ligando para a mesma, que já estava sendo apresentada na DTE e resolveu se apresentar acompanhado de advogado, sua apresentação com advogado não impediu que o mesmo fosse flagranteado por crime de tráfico de drogas com base na lei 11.343/2006 e o colocado a disposição da justiça na carceragem da 8ª Coorpin.

Fabricio o Binho preso por tráfico de drogas (3)46 pedras de crack teriam sido encontradas dentro de uma caixa de sapato que foi encontrada dentro do quarto do acusado, todas embaladas em plástico na forma de tererê, além de 20 papelotes de cocaína, que também foi localizada no quarto do acusado, 12 pedras de crack, foram localizadas escondidas dentro de um tênis também no quarto do acusado.Fabricio o Binho preso por tráfico de drogas (4)

Diante das evidências, o delegado Wendel Ferreira Santos, titular da DTE, acabou lavrando o termo de flagrante por crime de tráfico de drogas contra o acusado e colocando o mesmo a disposição da justiça na carceragem da 8ª Coorpin.

Por Jotta Mendes/reportercoragem


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