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Esgoto fica entupido após obra da MRM e invade casa no Bela Vista

08/04/2013 - 19h15

Os trabalhos realizados pela MRM, empresa contratada pela Embasa para fazer as obras de saneamento básico em Teixeira de Freitas, não param de causar transtornos aos munícipes.

E difícil mensurar o tamanho do estrago causado pela MRM em Teixeira de Freitas, sabe-se somente que eles poderiam ter sido evitados caso providências tivessem sido tomadas quando do primeiro problema. Mas, até agora, nada fora feito de concreto.

Na noite de domingo, 7 de abril, a MRM fez mais uma vítima, desta vez, foi diferente. Ao realizar as obras de saneamento básico na rua Nossa Senhora d’Ajuda, no Bela Vista, a empresa deixou o esgoto totalmente entupido. Assim, durante as fortes chuvas que caíram na cidade, o esgoto retornava para dentro das casas, inundando-as e causando perda de móveis e utensílios vários aos moradores locais.

Uma internauta entrou em contato com a Redação do “Repórter Coragem”, já por volta da meia-noite de domingo, para relatar seu sofrimento: “Gente, meu nome é Adriana Serapião, e a noite do dia 7/4, após a chuva, o esgoto, que ficou entupido depois que a MRM passou aqui na minha rua, causou algo terrível, muita água contaminada do esgoto invadindo toda a casa. Fezes para todo lado. Os móveis sendo molhados com essa água fétida, teremos que jogar fora, pois está com um cheiro insuportável de fezes, cama, guarda-roupa, sofá. Um absurdo o que temos passado em nossa cidade, por conta de empresas inescrupulosas, que só visam lucro, sem importar com os cidadãos que pagam seus impostos e deveriam ser respeitado em seu direito mínimo de ter serviços de qualidade, visto que vamos pagar e caro por eles. Fica aqui a minha indignação com a EMBASA e a MRM. E os acionarei judicialmente, pois não é possível que não tenhamos direito a nada nesses casos”.

O relato acima, que nos foi enviado pela jovem Adriana Serapião, mostra o sofrimento que ela enfrentou durante o episódio. Ver suas casa sendo invadida por uma água fétida, ver que seus móveis não terão condições de serem reaproveitados, tudo em razão de uma obra mal feita.

Como a própria Adriana deixou claro, ela vai buscar seus direitos junto aos órgãos competentes. É muito provável que o caso dela não tenha sido isolado, haja vista que, na rua de sua casa, outras pessoas devem ter passado pelo mesmo problema. O que se espera é que haja uma providência por parte da empresa.

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Você pode observar nas imagens acima o tamanho do prejuízo que Adriana teve.

Por Jotta Mendes/ Repórter Coragem


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