Léozinho é preso após tentativa frustrada de matar desafeto

Após a apresentação feita pela policia militar da vítima de tentativa de homicídio, que ocorreu por volta das 20 horas de sábado 31 de março na Rua Maria Antalina no Redenção. Quando um elemento portando um revólver, Taurus calibre 38, teria efetuado quatro disparos de arma de fogo contra Patrick Rosa de Oliveira de 24 anos, que entrou em luta corporal contra o atirador e acabou lhe desarmando. Na fuga o atirador deixou inclusive a moto que havia sido tomada de um assalto no dia anterior.
Uma equipe da polícia civil liderada pelo delegado, Jorge Nascimento, iniciou diligências no sentido de capturar o atirador, mesmo a vítima não sabendo as características da pessoa, que teria tentando lhe matar.
E a equipe do delegado Jorge Nascimento acabou logrando êxito, quando realizou na mesma Rua em que o fato ocorreu a residência de número 404, a prisão de Leandro Dias dos Santos o “Léozinho”, que é fugitivo do conjunto penal de Teixeira de Freitas, onde cumpria pena por homicídio.
Léozinho teria fugido do conjunto penal na madrugada do dia 18 de fevereiro, juntamente com outros seis detentos, que teria cavado um buraco em cada cela, ligando à cela quatro a cela 12. Onde pelo menos 109 presos planejavam fugir, mas só seis conseguiram lograr êxito.
Conduzido sede da 8ª Coorpin, Léozinho acabou admitindo que teria tentando matar Patrick, em razão do mesmo está dando em cima da sua namorada.E assumiu também ter tomado de assalto, a moto que foi utilizada para tentar matar Patrick, assalto que ele teria cometido no dia anterior, em companhia de outro elemento que foi embora para Vitória no Espírito Santo.
Participaram da diligência que conseguiu capturar Léozinho, além do delegado Jorge Nascimento, os investigadores Sergio Adriano, Eduardo Sacramento e o escrivão Manoel Cardoso, ambos da divisão de homicídio e proteção à pessoa.

Leandro Dias dos Santos, o Léozinho, acabou sendo flagranteado pelo delegado Jorge Nascimento por crime de homicídio tentado, e como é fugitivo do conjunto penal deverá ser transferido para o CPTF, onde ficará novamente disposição da justiça.
Por Edvaldo Alves/reportercoragem