Intensa troca de informações norteia o 1º Encontro de Negócios do Extremo Sul
O próximo passo do Sebrae será capacitar as MPE para atender as demandas das grandes empresas.

Empresas âncoras expõem as dificuldades de mercado
Trocar contatos e fomentar relacionamentos comerciais foram alguns dos propósitos da coordenadora comercial de uma empresa de equipamentos agrícolas, em Teixeira de Freitas, Viviana Moreira, ao participar do 1º Encontro de Negócios do Extremo Sul. Realizado pelo Sebrae, em parceria com Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas, Câmara de Dirigentes Lojistas e Associação Comercial e Empresarial, o evento ocorreu na manhã desta Quarta-feira (19/02), no Espaço D, no bairro Monte Castelo, em Teixeira de Freitas.
O encontro teve a apresentação das empresas âncoras Suzano Papel e Celulose, Unial, Construtora Eldorado, FASB, Pitágoras e Frisa que destacaram as necessidades, dificuldades e vantagens de realizar compras na região. “Quero conhecer a demanda de grandes empresas, saber como elas trabalham e do que precisam, para me preparar para atendê-las,” complementou a empresária Viviana.

Vantagens do negócio local
Entre os principais aspectos positivos de realizar negócios na região, por parte das empresas âncoras, estão a facilidade de assistência, a agilidade de entrega, o contato pessoal, o aquecimento econômico regional, redução de frete, entre outros. Já os pontos negativos relatados foram indisponibilidade de produtos em quantidade e tipos.
Na oportunidade, foi ministrada a palestra “Preparando Minha Empresa para o Futuro” pelo consultor do Sebrae, Hermon Freitas. Para o gerente regional do Sebrae, Alex Brito, o encontro foi um marco no desenvolvimento regional com o propósito de capacitar as micro e pequenas empresas para atender as grandes demandas, trabalhando em cima das dificuldades apontadas.

O gerente administrativo de móveis planejados em Itabatã, distrito de Mucuri, Fernando Luiz França, garante que a partir de agora o trabalho será visto sobre outra ótica. “Munidos dessas informações, de conhecimento sobre esse mercado maior, temos que repensar ações e estratégias e produzir o que eles precisam, garantindo o desenvolvimento regional.”