Polícia

Irmãos desaparecem juntos, um foi encontrado morto e o outro continua desaparecido

23/04/2012 - 23h47

Os irmãos Denis Lisboa Felício e Deivis Lisboa Felício de 23 anos, desapareceram desde o último dia 15 de abril da localidade onde residem, na fazenda Boa Esperança no povoado de Pirajá município de Itamaraju, quando participavam de uma festa,  de repente, atenderam um telefonema e disseram que teriam que se deslocarem até Itabatã e não mais foram vistos.

Deivis acabou tendo seu corpo encontrado na quarta-feira 18 de abril na área de plantação de eucalipto de empresa Suzano Papel e Celulose, denominada área 1105 que fica na zona rural de Teixeira de Freitas, próximo a Maria Mil Réis.

Ao fazer o reconhecimento do corpo de Deivis, na sexta-feira dia 20 no departamento de Polícia Técnica de Teixeira de Freitas, familiares foram ao mesmo local na esperança de que o outro corpo fosse encontrado, mas para angústia dos familiares, a busca não obteve êxito, o que aumentou ainda mais o desespero por parte dos parentes, que continuam buscando por pista do Denis, que continua desaparecido.

Os dois teriam saído de Itamaraju à bordo de uma moto Honda Twister de cor amarela, ano 2008, placa JRO 2602, licenciada em nome de Deivis Lisboa Felício, moto essa que também não foi encontrada.

Denis era suspeito de participação no tráfico de drogas em Itabatã, local onde segundo familiares foi o destino que os garotos disseram que iria, em Itabatã, Denis já possuía algumas passagens pela polícia, em razão do seu envolvimento com o tráfico de drogas.

Deivis e Denis são irmãos de Jhone Lisboa Felício, que é fugitivo da justiça, acusado de cometer cinco homicídios, o que deixa evidências de que a morte de Deivis tenha ligação com o tráfico e que Denis deve ter conseguido escapar, ou ter sido também morto e seu corpo ter sido jogado em outra localidade.

A Polícia trabalha com todas as hipóteses, na tentativa de que possa esclarecer o sumiço dos garotos, e assim, como a morte de Deivis, que foi vítima de dois disparos de arma de fogo.

Por Jotta Mendes/reportercoragem


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