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Prefeito João Bosco de uma canetada só demite cinco secretários e faz uma verdadeira limpa no governo

08/07/2014 - 08h22
Joao Bosco

Os secretários foram exonerados por motivos não revelados e que não chegam ao conhecimento do povo, isso dá margem a especulação. Os cinco secretários exonerados foram: o de Planejamento Rogério; o de finanças Luís Carlos; Educação Ari Santos; Indústria e Comércio Valter Barbosa e de Administração Marcilio Goulart e ainda o chefe de gabinete Claudio Guaraná.

Desde o início temos criticado o critério adotado para formação do governo que foi puramente político, sem avaliar a capacitação de cada ocupante para exercício do cargo. Basicamente por isso, o governo patinou o tempo todo, sem mostrar resultados eficientes, caindo no modelo de administração patrimonialista que privilegia o nepotismo e a corrupção, enquanto o prefeito sempre pregou um modelo gerencial moderno.

Ao que tudo indica a intenção do prefeito não é moralizar o governo e dar maior eficiência, isso porque noticias divulgada na imprensa informam que ele está tentando negociar os cargos com os vereadores que vem apertando o prefeito, porque tem recebido pressão da imprensa e da população para que a Câmara exerça seu principal papel que é fiscalizar o executivo.

Ou o prefeito monta uma equipe visando a profissionalização administrativa, moralizando o governo e assumindo o comando de fato, ou vai continuar acontecer o que tem acontecido até agora e por isso chegou a 90 % de reprovação. O maior problema é que o prefeito tem se cercado de bajuladores que visam tirar vantagens, e isso provoca o isolamento do poder levando o prefeito viver fora da realidade e com isso a cidade sofre.

Toda vez que um gestor perde a credibilidade perante a população fica difícil levantar, ainda que pinte a cidade de ouro. O prefeito de Teixeira entrou no período eleitoral completamente desgastado, e agora tenta reverter a situação com obras eleitoreiras de baixa qualidade, como é o caso do asfalto que está sendo feito, na tentativa de mudar a cabeça do eleitor. Às vezes isso surte efeito, quando o gestor ainda tem credibilidade junto à população, como foi o caso do Padre Apparecido na sua reeleição. As obras são bem vindas, mas dificilmente ele vai virar o jogo, conforme tem afirmado.

Fonte Dilvan Coelho/Foco no Poder


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