Rua Teixeira de Freitas volta a ser penalizada com esgoto escorrendo a “céu aberto”

O dinheiro público [literalmente] escorre pelo ralo e o esgoto a “céu aberto” escorre abundantemente num dos trechos mais importantes da rua Teixeira de Freitas, no centro da cidade.

Com menos de 30 dias, o serviço executado no mês de outubro, do concerto da rede de esgoto da rua Teixeira de Freitas, setor onde ficam algumas empresas importantes, a exemplo, da Bonna Pizza, Venturim Móveis, Frangolino, Luzimaq entre outras lojas, e várias residências, voltou a apresentar problemas de entupimento e continua a escorrer a “céu aberto” rua abaixo.

A água fétida tem um odor insuportável, e certamente causa danos à saúde pública. O mais lamentável é que esse esgoto feito em 1986, gestão do então prefeito Timóteo Brito, apesar do crescimento da cidade jamais recebeu uma reforma ou manutenção necessária e suficiente.

São várias grandes empresas de grande vasão de água que caem naquele esgoto, são hotéis, restaurantes, pizzarias e residências além da água das chuvas que caem ali, numa encanação sem vasão suficiente, por isso frequentemente apresenta problemas de entupimento.

O pessoal responsável designado para o concerto, não se sabe se são da prefeitura ou não, vem ao local e realizam os reparos e nada resolve, pois não há nenhuma fiscalização, o serviço é meia boca, como dizem na gíria popular, eles fazem um serviço, porco e mal feito. Da última vez, o serviço foi realizado em outubro, não durou, portanto trinta dias, e o problema voltou a acontecer.

Não se sabe mais a quem cobrar providências, se a prefeitura, ou a empreiteira que realiza o serviço mal feito, que por sinal ninguém sabe o nome, pois repito, em menos de trinta dias o problema voltou, muitos perguntam, porque voltou? E eu respondo, exatamente porque é feito de forma irregular, por pessoas que não sabem trabalhar, e ainda por cima usando material inadequado, ali tem que ser colocado em definitivo maninhas grossas, para que suporte a vasão da água, da forma que eles fazem o trabalho se transforma numa verdadeira novela, desperdício de mão de obra, portanto dinheiro do povo, e esse mesmo povo continuam sofrendo.

“Acho que as autoridades tem que fazer uma investigação sobre esse desperdício de dinheiro público, uso de material inadequado, e certamente mão de obra sem qualificação, os funcionários prestadores de serviço não tem culpa, a culpa é da liderança seja lá de onde for, falta fiscalização e competência de quem comanda.”
Por Redação JTE/Repórter Coragem