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Grávida que chegou à UMMI com feto morto teve situação resolvida em menos de 48 horas


UMMI em nenhum momento recusou a atender grávida como deveria


15/03/2019 - às 14:03h
Por Repórter Coragem

O caso da grávida A S J, que ganhou repercussão depois que um blog de forma irresponsável teria divulgado que uma grávida de 8 meses estaria há 12 dias com o feto morto e a UMMI se recusava a fazer o parto cesáreo, tentando induzir o parto normal, como se o feto tivesse ido a óbito estando a mãe internada na unidade hospitalar, foi resolvido em menos de 48 horas após a grávida da entrada na unidade.

O que foi apurado pela nossa redação é que a grávida, que vamos identificar apenas com as iniciais do seu nome, que é A S J, teria dado entrada na UMMI na terça-feira, 12 de março, quando do preenchimento da sua ficha para atendimento ela teria alegado que já não sentia qualquer movimento que indicasse que o feto estava com vida há 10 dias, sendo constatado que o feto já estava em óbito.
A unidade, adotando o preconizado nas diretrizes e ações da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, prezou pela saúde e manutenção da vida da mãe, por meio de técnicas manuais e protocolos para serviços que minimizem qualquer evento adverso à paciente.

 

Em casos como o da A S J, grávida de 8 meses, a conduta recomendada varia entre aguardar a eliminação do feto e a indução com uso de medicamentos que estimulam a contração uterina. A resolução de casos, seguindo os protocolos, se dá em não de 90% dos casos até duas semanas. Essa conduta médica poupa a paciente de ser submetida a um procedimento cirúrgico (e suas possíveis complicações).

Desde que chegou à Unidade Municipal Materno Infantil, A S J foi devidamente acompanhada por médicos, enfermeiros, obstetra e todo o corpo clínico da UMMI, não havendo em momento algum qualquer recusa no seu atendimento.

No início da tarde de quinta-feira, 14, menos de 48 horas depois de adentrar a unidade hospitalar, o caso foi resolvido da maneira mais recomendada, sempre prezando pela vida da paciente.

O parto de A S J ocorreu naturalmente, havendo êxito na processo utilizado.

A Unidade Municipal Materno Infantil está atuando em Teixeira de Freitas desde o ano de 2005, sendo neste período o berço para o nascimento de inúmeras crianças, não só de Teixeira, mais de toda região.

Tendo sempre profissionais sérios, competentes e comprometidos com o que fazem, que é cuidar de saúde, cuidar de pessoas, todas as atitudes da unidade são tomadas sempre no intuito de preservar a vida do paciente.

Por Jotta Mendes/ Repórter Coragem

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