Bahia

Caso de vigia que estuprou garota de 10 anos dentro da Escola Alcenor Aves Barbosa repercute a nível estadual

30/11/2012 - 16h48

Como era de se esperar, não para de repercutir o caso de um vigia que faz parte da guarda municipal de Teixeira de Freitas, que foi flagrado pelo circuito interno de TV da escola onde trabalha, a Escola Alcenor Alves Barbosa, literalmente estuprando uma garota de 10 anos.

O caso após ser denunciado nos diversos sites de Teixeira de Freitas, inclusive no Repórter Coragem, chamou atenção da TV Santa Cruz, que após registrar o fato acabou cedendo imagens para o G1 Bahia, o portal de notícias da Globo, que já noticiou o fato.

Confira na íntegra a matéria do G1 Bahia.

Vigia de escola é flagrado abusando de aluna de 10 anos no sul da Bahia

Um vigia de 53 anos foi flagrado por câmeras de segurança abusando sexualmente de uma criança de 10 anos dentro de um colégio na cidade de Teixeira de Freitas, na região sul da Bahia. Segundo a polícia local, o crime ocorreu na noite de quarta-feira (28), na Escola Municipal Alcenor Alves Barbosa, no bairro do Castelinho, dois dias depois que os equipamentos foram instalados na unidade de ensino.

“Ele sabia que tinha câmeras, mas achou que estavam desligadas”, aponta a delegada Kátia Magalhães, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam).

As imagens do circuito interno de segurança foram entregues à polícia e passaram por análise dos investigadores, que efetuaram a prisão do homem em flagrante por estupro de vulnerável. Ele está custodiado no Complexo Policial de Teixeira de Freitas. A garota foi submetida a exames médicos nesta sexta-feira (30).

Segundo a polícia, o vigia trabalhava na escola há cerca de 15 dias e frequentava a mesma igreja que a menina. As investigações apontam que foi na igreja, na véspera do crime, que o homem teria feito um convite para a garota ir até a escola no período em que ele trabalha, prometendo entregar a ela um celular. A garota estudava na escola durante o dia e à noite a escola não tem aulas.

“No depoimento, ele disse que fez tudo em comum acordo com a menina. A garota morava sozinha com a avó e foi na inocência porque ele disse que ia dar um celular a ela”, relata a delegada. A investigadora acrescenta que o homem atuava como guarda municipal no município e foi denunciado à polícia por colegas de serviço.

Por Jotta Mendes com informações G1 Bahia


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