Bahia

Vigilantes privados aderem à greve estadual e pode dificultar funcionamentos de bancos

26/02/2013 - 18h46

Greve dos vigilantes em TeixeiraVigilantes e seguranças privados de Teixeira de Freitas aderiram à greve da categoria que afetou o funcionamento dos bancos em toda Bahia nesta terça-feira, 26 de fevereiro. O município possui cerca de 360 vigilantes, 60 atuam no setor bancário, principal alvo da paralisação.

Segundo o Sindicato dos Vigilantes da Bahia (Sindvigilantes), o motivo da paralisação é a falta de pagamento de algumas empresas de vigilância do adicional de periculosidade de 30%, que corresponde à lei 12.740/2012, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro do ano passado. O adicional de periculosidade foi proposto referente ao risco de roubos e outras espécies de violência física.

Por conta da paralisação, as agências bancárias não funcionaram, apenas os terminais eletrônicos ficaram à disposição dos clientes, obedecendo à lei nº 7.102/83, que disciplina o funcionamento das agências – pelos menos dois vigilantes são necessários para abertura dos bancos.

Segundo o sindicato, algumas empresas já se manifestaram em relação à paralisação, oferecendo o pagamento na primeira semana do mês de março, caso suspendam a greve. Entre elas estão a Vipac, MAP, MF, MJR Prosegur, Escolta VIP e a Java, mas nada ficou definido. Com isso, cerca 35 mil vigilantes em toda a Bahia permanecem de braços cruzados; a greve ter ser estendida aos demais setores em  estabelecimentos como hospitais, escolas, shoppings, entre outros.


Deixe seu comentário