Esgoto fica entupido após obra da MRM e invade casa no Bela Vista
Os trabalhos realizados pela MRM, empresa contratada pela Embasa para fazer as obras de saneamento básico em Teixeira de Freitas, não param de causar transtornos aos munícipes.
E difícil mensurar o tamanho do estrago causado pela MRM em Teixeira de Freitas, sabe-se somente que eles poderiam ter sido evitados caso providências tivessem sido tomadas quando do primeiro problema. Mas, até agora, nada fora feito de concreto.
Na noite de domingo, 7 de abril, a MRM fez mais uma vítima, desta vez, foi diferente. Ao realizar as obras de saneamento básico na rua Nossa Senhora d’Ajuda, no Bela Vista, a empresa deixou o esgoto totalmente entupido. Assim, durante as fortes chuvas que caíram na cidade, o esgoto retornava para dentro das casas, inundando-as e causando perda de móveis e utensílios vários aos moradores locais.
Uma internauta entrou em contato com a Redação do “Repórter Coragem”, já por volta da meia-noite de domingo, para relatar seu sofrimento: “Gente, meu nome é Adriana Serapião, e a noite do dia 7/4, após a chuva, o esgoto, que ficou entupido depois que a MRM passou aqui na minha rua, causou algo terrível, muita água contaminada do esgoto invadindo toda a casa. Fezes para todo lado. Os móveis sendo molhados com essa água fétida, teremos que jogar fora, pois está com um cheiro insuportável de fezes, cama, guarda-roupa, sofá. Um absurdo o que temos passado em nossa cidade, por conta de empresas inescrupulosas, que só visam lucro, sem importar com os cidadãos que pagam seus impostos e deveriam ser respeitado em seu direito mínimo de ter serviços de qualidade, visto que vamos pagar e caro por eles. Fica aqui a minha indignação com a EMBASA e a MRM. E os acionarei judicialmente, pois não é possível que não tenhamos direito a nada nesses casos”.
O relato acima, que nos foi enviado pela jovem Adriana Serapião, mostra o sofrimento que ela enfrentou durante o episódio. Ver suas casa sendo invadida por uma água fétida, ver que seus móveis não terão condições de serem reaproveitados, tudo em razão de uma obra mal feita.
Como a própria Adriana deixou claro, ela vai buscar seus direitos junto aos órgãos competentes. É muito provável que o caso dela não tenha sido isolado, haja vista que, na rua de sua casa, outras pessoas devem ter passado pelo mesmo problema. O que se espera é que haja uma providência por parte da empresa.
Você pode observar nas imagens acima o tamanho do prejuízo que Adriana teve.
Por Jotta Mendes/ Repórter Coragem