Faltou brilho, emoção e Independência no desfile de 7 de setembro de Teixeira de Freitas

7 de setembro de 1822, dia em que, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, o Príncipe Regente D. Pedro, ao receber a correspondência da Corte, teria proclamado o chamado “grito da Independência”, à frente da sua escolta: “Independência ou Morte!”

De 1822 até hoje os brasileiros sempre costumam a celebrar com civilidade e afinco a data da nossa independência.

Em Teixeira de Freitas o desfile é sempre comemorado com vibração. Alunos, cidadãos, pessoas vem para rua mostrar o quanto é importante mostrar as cores da Bandeira, ouvir o Hino Nacional cantado, vê as escolas se apresentando, a Guarda Municipal, a polícia, os políticos e o povo celebrando.

Em 2015 muita coisa aconteceu no desfile. Instituições mostraram o valor de ser brasileiro, que não desiste nunca, mesmo em momentos de dificuldades.

No entanto, o desfile cívico de 7 de setembro em Teixeira de Freitas foi muito aquém do que se esperava de uma festa da democracia, professores foram obrigados a desfilarem, assim como outros profissionais que prestam serviços ao município.


Faltou ao 7 de setembro de Teixeira de Freitas o brilho de uma verdadeira festa da democracia, faltou aos participantes a Independência que era festejada, no palco sobrou a puxação de saco e a rasgação de seda, os locutores só faltaram dizer, que quem foi ao 7 de setembro foi prestigiar João Bosco.