Infestação de ratos na Urbis I preocupa família com paciente que necessita de cuidados especiais em Teixeira de Freitas

A denúncia sobre a infestação de ratos na Urbis I, em Teixeira de Freitas, ganhou um novo e preocupante capítulo. Após moradores das ruas 1, 2 e 3 relatarem a presença constante de roedores de grande porte invadindo as residências durante a noite, uma família procurou a reportagem para fazer um apelo urgente às autoridades, destacando o risco enfrentado por uma pessoa com necessidades especiais.
Segundo a moradora, a infestação já dura há vários meses e, apesar de todos os esforços da família para controlar o problema, a situação só piora.
“Já fizemos de tudo para tentar controlar a situação. Matamos vários ratos, mas o problema só aumenta. Parece não ter fim. As noites têm sido muito difíceis, pois já não conseguimos descansar com tranquilidade”, desabafou.
A moradora acredita que o aumento da infestação ocorreu após a execução de uma obra na ladeira próxima às residências, o que, segundo ela, pode ter alterado o habitat dos animais e provocado a migração dos roedores para as casas.
Além dos transtornos e da insegurança, a família demonstra grande preocupação com os riscos à saúde. O caso é ainda mais delicado porque a moradora convive com uma irmã diagnosticada com síndrome de Rett, condição que exige cuidados permanentes e torna o ambiente seguro ainda mais essencial.
“Minha maior preocupação é a saúde da minha irmã. Ela precisa de cuidados especiais, e não podemos continuar vivendo dessa forma”, relatou.
Os moradores ressaltam que os ratos representam um perigo devido à possibilidade de transmissão de doenças, como a leptospirose, além dos danos que podem causar às residências.
Diante da gravidade da situação, a família faz um apelo à Prefeitura de Teixeira de Freitas para que uma equipe seja enviada ao local com urgência, a fim de identificar a origem da infestação e adotar medidas eficazes de controle.
Enquanto aguardam uma resposta do poder público, os moradores afirmam que continuam vivendo sob medo constante, convivendo diariamente com os riscos provocados pela presença dos roedores e esperando que o problema seja solucionado antes que uma situação ainda mais grave aconteça.