érico
cavalcanti

Ladeira feita de chocolate

18/11/2022 - 20h56

Essa ladeira que leva ao bairro Colina Verde em Teixeira de Freitas, levou quase um ano em recuperação e como um chocolate mergulhado no leite, ameaça dissolver na primeira chuva de verão.

Como quase tudo que esse Debilitado faz na administração da cidade, a ladeira é o retrato dessa absurda administração. É mais absurda ainda a atitude de tentar esconder dos usuários o que de verdade ocorreu. A chuva fez com que a base de aterro, onde foi colocado o asfalto da pista, trabalhasse, dissolvesse, melhor dizendo.

Não foi só a terra solta nas laterais que a chuva trouxe e sujou a pista, como disse o porta-voz do Debilitado. E também não foram uns “ poucos contrários à administração”, como também disse esse porta-voz de ponta de rua que arrumaram agora. Um porta-voz ininteligível, com uma dicção horrorosa, parece escolhido a dedo para não transmitir nada. A cara de uma administração debilitada.

Ja que falamos em chocolate, bem que o debilitado poderia imitar a administração de uma fábrica de chocolate existente no município de Itamaraju, uma que fica às margens da Br-101, ao lado direito de quem vai em direção a Porto Seguro.

A sugestão pra que ele imite aquela administração da fábrica, é porquê tenho passado por ali sempre e desde que o Debilitado e sua mulher assumiram a prefeitura de Teixeira de Freitas, no mesmo período de tempo, o que era uma vendinha de camarões e tilápias, se transformou num complexo hoteleiro acompanhando uma fábrica de chocolates.

Eu imagino que aquela fábrica de chocolate, para construir tudo aquilo, alcançou uma administração de fábrica Suíça e deve vender mais chocolate do que a Nestlé. Ou aquilo ali é a maior lavanderia do mundo.

Os dois exemplos de empreendimento servem para o Debilitado imitar. Se imitar, o que parece ser, a administração de uma fábrica Suíça de chocolates, Teixeira de Freitas irá respirar ares de primeiro mundo. Se ele imitar, o que parece ser, uma lavanderia, Teixeira de Freitas viverá lavada e enxaguada.

Por Érico Cavalcanti


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