Moradora de Teixeira de Freitas sofre com sequelas da poliomielite e precisa de cadeiras de rodas

Zilda Moura Tavares
Zilda Moura Tavares, tem 59 anos, quando era criança, com 1 ano e 8 meses, teve poliomielite (paralisia infantil), e a doença lhe deixou sequelas.
Ainda quando pequena, Zilda ficou quatro anos sem andar e com ajuda de uma muleta improvisada na época conseguiu voltar a dar os primeiros passos, mas a deficiência na perna direita a impossibilita de se locomover.
Com essa deficiência que, com o tempo, só foi se agravando, três meses antes da pandemia Zilda caiu e piorou ainda mais a sua situação. Hoje ela faz tratamento para aliviar a dor na região lombar, quadril e joelhos.
Zilda foi diagnosticada com artrose e osteoporose avançadas, principalmente no joelho e no quadril, quadro agravado pela sequela da poliomielite.
Natural de Lajedão, Zilda mora em Teixeira há alguns anos e atualmente reside no bairro Residencial Ramalho. Na cidade, ela participou de várias ações sociais e agora precisa da ajuda da população.
“Não tenho mais condições de locomoção, caio muito e acabo me machucando, correndo o risco maior de uma fratura grave. Pela minha idade e por ter artrose e osteoporose já avançada, não posso mais fazer cirurgia”, contou.
Prescrito por laudo médico, Zilda precisa de uma cadeira motorizada, que dará maior acessibilidade e melhor condição de locomoção.
Sem condições financeiras, Zilda criou uma vaquinha online para pedir ajuda e conseguir adquirir a cadeira motorizada.
“Peço a ajuda de vocês e desde já agradeço o carinho e a compreensão de todos.”
Para ajudar, clique aqui.
Revisão: Bell Kojima/RC