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Prefeitura Municipal de Ibirapuã oferece apoio aos assentados do MST

04/12/2013 - 11h35

Com o objetivo de apoiar as 240 famílias do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra que estão assentados na antiga fazenda de Luiz Abrantes, na zona rural de Ibirapuã o prefeito e representantes da administração Rildo Andrade foram até o assentamento Avaci Silva, onde atualmente estão na fase de acampamento.

Prefeitura Municipal de Ibirapuã oferece apoio aos assentados do MST (1)

“Nós estamos ainda com as barracas temporárias, mas logo vamos construir e produzir nessa terra e vamos precisar de infraestrutura como estrada, ônibus, entre outras coisas, para vender e comprar alimentos na sede do município” ressalta a trabalhadora rural Rita de Cássia Nogueira Santos.

Pensando nisso, a administração viabilizou uma visita dos funcionários da empresa de ônibus Santa Clara para possível implantação de uma linha de ônibus no trajeto Teixeira a Ibirapuã que passe pelo assentamento e atenda esta nova demanda.Prefeitura Municipal de Ibirapuã oferece apoio aos assentados do MST (2)

Os secretários municipais de agricultura Pedro do Sindicato; de educação Ronaldo Bandeira; de ação social Andréa Carmona; além dos vereadores Cislene Neres e Arquimedes também acompanharam o prefeito Rildo Andrade ao assentamento e se colocaram a disposição.

“O objetivo é informar essas famílias que elas podem contar com  Ibirapuã, que é o município mais próximo do assentamento. E enquanto gestor vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para melhorar a vida dessas pessoas” disse o prefeito Rildo Andrade.Prefeitura Municipal de Ibirapuã oferece apoio aos assentados do MST (3)

Cada pasta identificou suas demandas junto às novas famílias do município e já agendou ações como cadastramento nos programas sociais, levantamento de crianças em idade escolar, entre outros. O que para a trabalhadora rural Clemência de Jesus Thiago representou um alívio. “Estava preocupada como ia resolver meu Bolsa família, se não tenho como sair daqui com sete filhos, Deus que enviou essas pessoas aqui para cuidar da gente”, agradeceu.

As terras foram compradas por uma empresa de celulose para assentar as famílias depois de quase dois anos de invasão, na região de Mucuri.


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