Carceragem da 8ª Coorpin o “Planeta dos Macacos”


Os fujões contaram com a colaboração externa de Willian Aldrin, o “Japa”, 23 anos, que escalou o paredão do presídio do Complexo Policial, abriu as vigas de concreto com o uso de um macaco, promovendo justamente a abertura necessária para a fuga. “Japa” foi preso dias depois e confessou o crime. A ordem para que “Japa” ajudasse na fuga teria partido de dentro da própria prisão por um dos internos a quem o mesmo teria uma dívida de droga.
Agora mais recente, há cerca de dez atrás, uma nova tentativa de fuga também com o uso de um macaco que teria sido descoberto pelo setor de custódia da 8ª Coorpin. O coordenador regional da 8ª Coorpin, delegado Marcus Vinícius ainda não falou sobre o caso e as últimas informações dão conta que ele estaria investigando internamente a entrada do equipamento na carceragem, bem como adotando medidas preventivas para que novas tentativas de fuga não aconteçam.
O macaco supostamente encontrado na unidade prisional, além da informação de uma fonte segura que os detentos ainda estavam em posse de pelo menos dois pedaços de serras de aço, além de quatro celulares e carregadores. As serras e os celulares foram encontrados no interior das celas e as investigações abertas pelo delegado Marcus Vinícius devem esclarecer como adentraram no interior da unidade prisional. Já o macaco ninguém sabe ao certo onde foi encontrado, justamente pelo fato de ainda não ter havido divulgação oficial do caso. Nesta última semana 26 internos foram transferidos da 8ª Coorpin para o Conjunto Penal de Teixeira de Freitas (CTPF) e o motivo da transferência teria sido justamente por conta da tentativa de fuga em massa.
Fonte teixeiranews