Enfermeira mineira foi torturada antes da morte; laudo aponta fraturas no corpo

A Polícia Civil divulgou, na segunda-feira, 22 de março, novas informações a respeito da morte da enfermeira Priscila Cardoso da Silva, de 35 anos, em Minas Gerais. O corpo dela foi encontrado no sábado, 20, próximo à entrada do município de Ipaba-MG. Em uma plantação de eucalipto.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Alexandro Caetano, a mulher foi torturada antes de ser assassinada. De acordo com ele, o laudo do Instituto Médico Legal apontou que ela estava com o fêmur, dedos, braço e dente fraturados.
“Tive acesso ao laudo do IML [domingo], e tem indícios nesse laudo trazendo possíveis sevícias, torturas. Ela teve o fêmur fraturado, o braço e dedos da mão, e também um dos dentes frontais da arcada superior, sugerindo que ele tenha agredido ela em algum momento desse rapto”, explicou.
O delegado disse ainda que irá investigar se a vítima sofreu agressão sexual. Segundo ele, a vítima foi encontrada com a calça aberta, mas que isso pode ter sido causado pelo inchaço do corpo depois da morte.
“Não tem nada provado, nenhum indício, que indique violência sexual. Nós estamos empreendendo diligências nesse sentido, para verificar isso e constatar se isso efetivamente ocorreu”, disse.