A família da criança optou por não tirar o bebê, apesar do previsto em lei, apontou o delegado. “Em caso de estupro, seria possível fazer o aborto. É uma gravidez de risco. Ela muito franzina e engravidou aos 12 anos”, afirmou Freire.
O pintor de paredes foi autuado por estupro de menor de 14 anos. Caso seja condenado, poderá pegar pena de até 15 anos de prisão. A polícia informou que vai submeter o feto ao exame de DNA para confirmar que o padrasto é o pai do bebê. “Vamos esperar o nascimento e pegaremos o material do cordão umbilical”, comentou Freire.
Para o delegado, a falta do exame não prejudica as investigações. “Quando dissemos ao padrasto que faríamos o exame, ele abaixou a cabeça, como se admitisse o crime. Ele mesmo contou que tem vários filhos, em vários locais e, por isso, nós vamos averiguar”, acrescentou o delegado.
Fonte: G1

