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Mãe é suspeita de matar recém-nascido dentro da privada

22/03/2015 - 16h36

Nessa última quinta-feira, dia 19 de março, uma jovem identificada como Jaqueline Gomes da Silva, 18 anos, deu entrada no hospital Isaura Chácara na cidade Ibirapuã com sangramento alegando que havia tido um aborto espontâneo. Após examinar a paciente o médico desconfiou da jovem, mesmo porque não havia placenta que confirmasse uma gestação. O fato foi comunicado a polícia que começou a investigar o caso.

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Após ter sido questionada pelo médico e pela polícia, Jaqueline confessou que o bebê nasceu morto, e que seu pai havia enterrado o corpo. A polícia foi até casa da jovem e tanto a mãe como uma irmã disseram que Jaqueline entrou no banheiro horas antes sentindo dores e permaneceu lá por muito tempo.

A mãe de Jaqueline, a senhora Carmelita, disse que desconfiava da gravidez da filha, mais ela escondeu por muito tempo. Assim que Jaqueline saiu do banheiro, no dia 19, Carmelita percebeu que havia muito sangue espalhado no cômodo da casa, mas não sabia que um bebê havia nascido e que só soube quando recebeu um telefonema de uma outra filha, de nome Elisângela, dizendo que tinha encontrado o bebê dentro de um saco plástico escondido atrás da porta. Elisângela pegou o bebê e colocou dentro de uma caixa e colocou em cima do telhado da casa.

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Jaqueline mudou o depoimento dizendo que estava no oitavo mês de gestação, e que o bebê nasceu dentro do banheiro, mais que já nasceu morto e que o pai ia providenciar o enterro.

A polícia foi até o local e encontraram o corpo do bebê em cima do telhado onde a mãe da jovem havia dito que estava. O corpo do bebê foi encaminhado para o IML de Teixeira de Freitas onde foi necropsiado.

De acordo com o laudo assinado pela médica legista Fabíola Depizzol, havia água dentro do pulmão da criança o que confirma que ela respirou depois que nasceu, e sua morte foi por asfixia por afogamento, o que leva a crer que a mãe afogou o bebê dentro do vaso sanitário.

Haverá uma investigação para saber qual teria sido a participação da mãe e da irmã de Jaqueline na morte do bebê. Outra irmã de Jaqueline, de apenas sete anos, contou que viu a irmã entrar no banheiro com muitas dores, que a irmã demorou muito, que viu muito sangue e viu a irmã e a mãe ajudando a acusada com o bebê. O caso está sendo investigado pelo polícia civil de Ibirapuã, sobre o comando do delegado Gean Nascimento.

fonte:Sul Bahia News


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