Polícia Civil está solidária à família de delegado morto

O delegado Eduardo Rafael foi alvejado, na noite desta quarta-feira (7), por volta das 23h, com quatro tiros por dois homens que roubaram o veículo Gol, de sua propriedade, quando abria o portão da garagem de sua casa, no Barbalho. O delegado-geral Hélio Jorge determinou que, além das equipes da DRFRV, investigadores e delegados do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) também se integrem às buscas aos criminosos. Assistentes sociais da Polícia Civil estão acompanhando, desde as primeiras horas, os parentes mais próximos para prestar todo o apoio necessário.
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Investigadores e delegados do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) e da própria DRFRV estão nas ruas à procura dos dois criminosos, que abandonaram o carro roubado do delegado, no bairro da Boca do Rio. O veículo Gol foi encontrado na manhã desta quinta-feira e já foi periciado.
Antes de ser alvejado com quatro tiros, sendo três na região do tórax e abdômen e um na perna, na altura da coxa, Eduardo Rafael chegou a tomar o revólver, calibre 38, que estava na mão de um dos criminosos. Cinco munições foram deflagradas enquanto estavam atracados.
Eduardo Rafael trabalhou até as 18 horas de quarta-feira na DRFRV, de onde saiu para fazer exercícios numa academia de ginástica que frequentava. Depois da academia, ele foi para a sua residência, quando foi abordado pelos criminosos no momento em que abria o portão da garagem. Uma guarnição da Polícia Militar, chamada ao local, socorreu o delegado para o HGE.
Com oito anos de Polícia Civil, o delegado Eduardo Rafael já passou por diversas unidades policiais da capital e do interior. Desde julho, encontrava-se lotado na DRFRV, para onde foi transferido depois de ter atuado por dois anos e seis meses na 11ª Delegacia Territorial (DT/Tancredo Neves).
Informações: AGECOM