Polícia

TJ-BA ENVIA JUÍZES A PORTO SEGURO PARA APURAR CASO DE AGRESSÃO A MAGISTRADA

28/02/2012 - 00h08


Ganha cada vez mais repercussão o escândalo que chocou a Justiça baiana no carnaval prolongado de Porto Seguro: o espancamento de uma juíza, na madrugada de sexta-feira (24), dentro do camarote de uma festa de carnaval privada, na orla norte da cidade.

O caso começou a ser apurado pelo TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia) e já ganhou repercussão nacional, virando capa do portal G1 neste fim de semana.

Isso porque o suspeito de ser o autor do espancamento é o promotor de Justiça da cidade, Dr. Dionelles Santana, do Ministério Público estadual, que ainda não se manifestou sobre o fato para contar sua versão do ocorrido.

Segundo o site Bahia 247, a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) informou que dois juízes já foram deslocados para Porto Seguro para acompanhar o caso.

A Associação de Magistrados também já foi mobilizada, segundo a mesma fonte.

A juíza da comarca de Caravelas, Nêmora de Lima Jannsen dos Santos, de 35 anos, relatou a polícia que teria sido espancada com socos e pontapés, na madrugada de sexta-feira (24), segundo ela, pelo promotor da Vara Criminal de Porto Seguro, Dioneles Leones Santana Filho.

Ela curtia ao lado do namorado, um advogado (também supostamente espancado), o tradicional carnaval privado promovido pelo grupo Axé Moi, em uma das praias da orla norte de Porto Seguro, quando o fato teria acontecido.


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