Cidadania

Diretoria da Policlínica apresenta provas de legalidade da licitação

18/07/2018 - 10h23

Juliano Ferreira Mota, diretor executivo do Consaúde (Consórcio Público Interfederativo de Saúde do Extremo Sul da Bahia), disse que um site local equivocou ao divulgar dados desencontrados sobre a licitação, gerando desinformação no município.

A empresa mostrada na matéria não foi a vencedora do certame, apenas participou do processo licitatório. O diretor esclarece que para participar da licitação as empresas precisam estar com situação cadastral ativa na Receita Federal e todas as três empresas que participaram da livre concorrência cumpriam estas exigências.

Para ele, é irracional acreditar que diligências sejam expedidas visando verificar detalhes a respeito de todas as empresas que participam das licitações. Esse tipo de fiscalização mais aprofundada só acontece para a empresa vencedora visando confirmar se ela possui condições de cumprir o contrato. Como a empresa denunciada pelo site não venceu a concorrência, ela não  precisou apresentar documentos adicionais. Mesmo assim, o fato de uma empresa atacadista não ostentar uma fachada não a coloca como fantasma, pois, hoje em dia, o empresário não precisa alugar um ponto comercial exclusivamente para ter um domicílio fiscal. Ele pode optar em registrar um endereço válido que possibilite a formalização do negócio.

Juliano Ferreira Mota acredita que alguém mal-intencionado passou as informações falsas, lesando pessoas idôneas e lançando sombra sobre uma entidade (a Policlínica) que vem executando um serviço que tem minimizado o sofrimento da população, já tão carente de saúde.

“Quem faz isso não tem preocupação com o bem público e nem respeito pelo cidadão. Quem faz isso, quer apenas que seus objetivos particulares sejam alcançados. Não gostaríamos de acreditar em “denuncismo”, que é uma praga virulenta capaz de minar os esforços em favor da comunidade jogando o povo contra aqueles que por ele luta. É triste chegar a conclusão que a desinformação gerada por um grupo malicioso torne vilões em heróis. O que confrontamos nessa situação – mais uma vez – é a parábola do “travesseiro de plumas” da calúnia se espalhando e destruindo pessoas de bem e  favorecendo pessoas totalmente desprovidas de moral”, lamentou Juliano.

Para não haver dúvidas sobre a lisura e transparência com que o processo licitatório foi conduzido, Juliano – além de apresentar os documentos, solicitou uma auditoria.

“Eu solicitei uma auditoria do Estado para fazer esta verificação e todas as Câmaras de Vereadores dos municípios consorciados estão convidadas, através de seus parlamentares, a fazerem esta verificação. Qualquer vereador, que estiver suspeitando, pode vir que estou de portas abertas. Daqui a 60 dias estaremos recebendo o relatório desta auditoria. Eu comprei num preço justo em uma empresa idônea. Estou ansioso para mostrar esse relatório a sociedade. Infelizmente os transtornos e o estresse sofrido por minha família não poderão ser sanados. Infelizmente, graças a essa publicação irresponsável, vivi dias difíceis com pessoas do meu entorno, que me respeitavam, me olhando de forma desconfiada”, explicou o diretor.

Empresas que participaram da licitação:

Empresa vencedora:

– G. N. Lopes & Cia. LTDA

Empresas participantes:

– Supermercados Casagrande LTDA

– Comércio de Produtos Alimentícios Jussama LTDA (empresa acusada de ser “fantasma”)

Fonte: Foco no Poder


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