Política

Internautas apostam qual será o próximo decreto assinado por João Bosco. Seria o decreto da vergonha?

06/05/2013 - 22h12
João Bosco jogando jogo da velha
Como já era de se esperar, o excesso de decretos assinados pelo prefeito municipal de Teixeira de Freitas, João Bosco Bittencourt, do PT, virou motivo de gozação e piada na grande rede. Os internautas já estão fazendo até apostas: qual será o próximo decreto assinado por Bosco? Com esta pergunta, fizeram um bolão, o vencedor levará como prêmio cinco litros de água mineral.
João Bosco e a farra dos decretos

O que mais chama a atenção são as opções de apostas no bolão. São cinco propostas formuladas pelo idealizador, que sugere a criação uma sexta alternativa caso a ideia dos participantes não esteja abarcada nas opções por ele elencadas. Vamos às opções: (A) prejuízo da festa da cidade; (B) decreto do terremoto; (C) alagamento; (D) decreto do fim do mundo; (E) emergência por causa da neve; (F) outros.João Bosco assina o decreto da vergonha 2

Existem muitas coisas que poderiam ser sugeridas, mas, passou da hora de o prefeito assinar um decreto que pusesse fim ao excesso de decretos. Seria o “Decreto da vergonha”: fica decretada a vergonha pelo excesso de decretos no município de Teixeira de Freitas, sendo que, a partir de hoje, é um ato vergonhoso assinar qualquer decreto, que este sirva de exemplo de como foram vexatórios o decreto da seca, de emergência e sua posterior prorrogação.João Bosco assina o decreto da vergonha

Este decerto dos sonhos seria a demonstração de que os nossos líderes políticos resolveram ter bom senso. Afinal, já se passaram mais de 120 dias e, até agora, nada foi feito, a não ser assinar decretos. Por isso, precisamos começar a trabalhar imediatamente, caso contrário, o povo que terá que declarar estado de emergência, ou, tomar as rédeas da situação e decretar o fim da farra, demitindo o prefeito e seu grupo, pois foram eleitos para trabalhar pelo povo, não para ficar assinando documentos que facilitam o beneficiamento de correligionários políticos.


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