cavalcanti
Sorria!!! Você não caiu da bicicleta!

Meu caro leitor, você que inicia a leitura desse texto, fique satisfeito em poder ler um artigo, escrito por alguém que, talvez você nunca tenha visto, talvez nunca tenha passado nem perto e, talvez não conheça nada sobre o autor. Assim como eu, que também estou satisfeito, como você, dividimos essa vontade de mostrar que não caímos da bicicleta. Você demonstra em querer ler e, eu em escrever.
Essa pandemia e esse governo passado não nos enterraram. Sobrevivemos, graças a Deus! Não sei se você e a sua experiência de passar pela pandemia, foi parecida com a minha. Não quero medir e nem comparar experiências, mas quero dizer que não caímos da bicicleta, continuamos no percurso.
Ao continuarmos no percurso, eu tenho certeza que assim como eu, você também deve ter conseguido analisar mais claramente o significado das coisas. Eu consegui separar as pessoas que me acompanhavam numa viagem que eu chamava de viver. Elas estavam emboladas, misturadas, desarrumadas. Coloquei-as em estradas paralelas à minha. As que seguem na minha estrada são as que não me deixam cair da bicicleta.
Não sei se você gosta de cães, eu sou apaixonado por eles. Eu aprendi com eles, desde criança, duas coisas, o sentido da gratidão e o sexto sentido. Esse alerta que eles ficam e identificam as pessoas más e as boas. Eu digo que aprendi com eles porque, encontrei gratidão em poucas pessoas, mas encontrei em todos os cães que tive. Eles também nunca me deixaram, a maneira deles, eu cair da bicicleta. Por isso essa menção a eles.
Quero que você saiba, meu amigo leitor, que o conceito de não cair da bicicleta significa nâo deixar de cuidar da saúde mental, que é como andar de bicicleta, exige esforço e movimento constantes, se não ela cai. E como diz Arthur Guerra, psiquiatra e tri atleta, no livro dele, “Você Aguenta Ser Feliz?”, que passou a ser da minha cabeceira, desde que ganhei do meu filho DUDA, “Para viver bem, temos que trabalhar a nosso favor, sempre e sem parar. Essa responsabilidade é de cada um. Não dá para terceirizar.”
Não terceirizamos e assim, vamos pedalando.
Por Érico Cavalcanti